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	<title>Isabella Corrêa</title>
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	<description>&#34;Se és feliz, escreve; se és infeliz, escreve também&#34;. M.A</description>
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		<title>Isabella Corrêa</title>
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		<title>Sites fiscalizam e criam formas de descomplicar política</title>
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		<pubDate>Sun, 01 May 2011 19:13:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isabella Corrêa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Cidadão ativo Votenaweb facilita o acesso dos eleitores às leis e  Eulembro garante recordação sobre eleitos Desde o aumento do acesso à internet no Brasil, o meio digital se tornou um caminho para fiscalizar a política e torná-la mais democrática, aproximando os cidadãos às decisões do Congresso Nacional e colaborando para uma nação mais crítica. [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=isabellacorrea.wordpress.com&amp;blog=7383322&amp;post=768&amp;subd=isabellacorrea&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Cidadão ativo</p>
<p style="text-align:center;"><em>Votenaweb</em> facilita o acesso dos eleitores às leis e  <em>Eulembro</em> garante recordação sobre eleitos</p>
<div id="attachment_771" class="wp-caption aligncenter" style="width: 408px"><a href="http://isabellacorrea.files.wordpress.com/2011/05/webcidadao-fotoooo.jpg"><img class="size-full wp-image-771" title="WEBCIDADAO FOTOOOO" src="http://isabellacorrea.files.wordpress.com/2011/05/webcidadao-fotoooo.jpg?w=398&#038;h=393" alt="" width="398" height="393" /></a><p class="wp-caption-text">Montagem retirada a partir das imagens fornecidas pelo site Votenaweb</p></div>
<p style="text-align:justify;">Desde o aumento do acesso à internet no Brasil, o meio digital se tornou um caminho para fiscalizar a política e torná-la mais democrática, aproximando os cidadãos às decisões do Congresso Nacional e colaborando para uma nação mais crítica. Os portais <em>Votenaweb</em> e <em>Eulembro</em> levam o conhecimento simplificado de projetos de leis que estão em trâmite aos 16 mil brasileiros cadastrados e filtram as ações de cada político dentro das redes sociais.</p>
<p style="text-align:justify;"> Criadas em 2009 por Fernando Barreto, as duas iniciativas fazem parte do projeto <em>Webcitizen</em>, que visa remover o hiato existente entre o cidadão e a política, além de despertar o sentimento de cobrança e vigia. “O que estamos procurando é aproveitar esse potencial da internet, essa horizontalidade, a abundância de informação, para construir pontes que transformem essa relação (político e cidadão) profundamente”, justifica.</p>
<p style="text-align:justify;">Para o fundador, políticos deveriam ser parceiros do cidadão, além de ter as mesmas obrigações, compromissos e sonhos para construir o presente e o futuro da sociedade. A partir disso, ele uniu propostas para ampliar a participação da população, aproveitando o crescimento da web 2.0 (internet &#8220;participativa&#8221;, ex: redes sociais e wikipédia). As principais funções dos portais consistem em traduzir códigos políticos e acompanhar a ação dos representantes. “O <em>Votenaweb</em> surgiu de um problema que é a falta de transparência”, diz ele. “O objetivo do <em>Eulembro</em> é ajudar o cidadão a ter uma ‘memória de elefante’ para que se lembre de quem votou e acompanhe a atuação de seus candidatos”, complementa.</p>
<p style="text-align:justify;">É possível ter acesso aos projetos de leis nos portais digitais de cada órgão do governo, mas isso acontece de forma pouco instrutiva e de difícil acesso. “Quando o cidadão encontra um projeto, o problema fica ainda maior, pois ele está escrito em ‘congressês’”, relata, sobre a linguagem complicada e os termos técnicos. Com o <em>Votenaweb</em>, a dificuldade diminui. “Temos uma equipe especializada que cuida da tradução dos projetos e resume em poucas linhas a essência deles”, informa. “Os assuntos políticos não podem ser vistos como burocráticos, solenes, já que eles fazem parte de  todo o nosso cotidiano”, defende Barreto.</p>
<p style="text-align:justify;">No site, quando os projetos de leis são publicados, cada pessoa cadastrada pode votar simbolicamente a favor ou contra. Esse formato permite ao portal estabelecer um mapa da vontade do cidadão em relação à vontade do político de ver suas ideias aprovadas.</p>
<p style="text-align:justify;">Nos dois portais o internauta tem o poder de ficar mais perto dos governantes. Além de poder comentar, eles podem enviar mensagens aos parlamentares que criaram projetos no <em>Votenaweb</em> e ver o que é realizado por eles no <em>Eulembro</em>. “A consequência dessa proximidade é o sentimento de pertencer àquela história e, por sua vez, de se comprometer, atuar e participar”, declara Barreto.</p>
<p style="text-align:justify;">O <em>Votenaweb</em> conta com mais de 50% de público jovem e mais de 310 mil votos desde que entrou no ar. Para Barreto, esses valores são uma agradável surpresa e que vieram em pouco tempo. “É por isso que acreditamos que projetos como esse não são apenas um reflexo de como as pessoas vêem a política brasileira, eles são um espaço para transformar essa visão”, observa. O estudante de relações internacionais Reinaldo Alencar, de 21 anos, cadastrado no endereço desde o ano passado, concorda. “É uma forma não-filtrada de se ter acesso ao que acontece no governo. É mais ou menos o que diz no portal: ‘Vote e seja ouvido’”.</p>
<p style="text-align:justify;">O jornalista americano Larry Rohter, no livro <em>Deu no New York Times, </em>afirma que ainda não há o peso do clamor da opinião pública sobre fatos que acontecem na política brasileira. Critica o fato de não existir memória nos eleitores e de ser ter como normal a expressão “a lei não pegou” na cultura do Brasil. A equipe de Barreto sugere, por meio dos portais, uma solução para esse problema. A ideia é que se cada cidadão souber o que os governantes fazem e entender o que acontece na política, haverá mais participação e, assim, mais conhecimento para julgar sobre leis que não “pegam”.</p>
<p style="text-align:justify;">Barreto critica o fato de haver na política brasileira o conformismo sobre como a política gera benefícios ao cidadão. “A nossa cultura vê o governo como uma “vending machine” (máquina de venda de produtos). As pessoas colocam uma moedinha na máquina, que são os impostos, e devem receber serviços, como escola, hospitais, etc”, contesta. A proposta do idealizador também visa mudar essa maneira de pensar. “Queremos ver projetos realizados em parceria, coletivos e colaborativos. Uma divisão de responsabilidades  e consequentemente de realizações que não seja vertical”, completa sobre a importância da participação do cidadão na vida pública.</p>
<p style="text-align:justify;">O estudante acredita que esse tipo de iniciativa pode gerar, ainda, outras soluções. “Ajuda a descentralizar a função de vigilância que é exercida pela mídia, que também possuí vínculos políticos”, diz. “Creio que ainda não se chegou ao ponto do site ser um instrumento de pressão política. Porém, ele tem essa potencialidade. O site simula o que seria uma democracia direta em tempos de internet”, completa.</p>
<p style="text-align:justify;">Os sites podem ser acessados por meio dos endereços <a href="http://www.votenaweb.com.br/">www.votenaweb.com.br</a> e <a href="http://www.eulembro.com.br/">www.eulembro.com.br</a></p>
<p style="text-align:justify;">
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/isabellacorrea.wordpress.com/768/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/isabellacorrea.wordpress.com/768/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/isabellacorrea.wordpress.com/768/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/isabellacorrea.wordpress.com/768/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/isabellacorrea.wordpress.com/768/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/isabellacorrea.wordpress.com/768/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/isabellacorrea.wordpress.com/768/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/isabellacorrea.wordpress.com/768/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/isabellacorrea.wordpress.com/768/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/isabellacorrea.wordpress.com/768/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/isabellacorrea.wordpress.com/768/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/isabellacorrea.wordpress.com/768/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/isabellacorrea.wordpress.com/768/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/isabellacorrea.wordpress.com/768/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=isabellacorrea.wordpress.com&amp;blog=7383322&amp;post=768&amp;subd=isabellacorrea&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" /><div class="sharedaddy"></div>]]></content:encoded>
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		<title>Projeto Sai da Rede reúne músicos alternativos no CCBB</title>
		<link>http://isabellacorrea.wordpress.com/2011/02/04/projeto-sai-da-rede-leva-musicos-alternativos-ao-ccbb/</link>
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		<pubDate>Fri, 04 Feb 2011 13:35:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isabella Corrêa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Matéria publicada pelo Jornal de Brasília no dia 14 de janeiro A internet hoje leva ao mundo inteiro o conceito que um dia o sociólogo canadense Marshall McLuhan chamou de Aldeia Global. Um lugar onde não haveria distância entre uma pessoa e outra, mesmo se morassem em lugares distantes: abraçar o planeta seria algo plenamente [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=isabellacorrea.wordpress.com&amp;blog=7383322&amp;post=750&amp;subd=isabellacorrea&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:right;"><em> Matéria publicada pelo Jornal de Brasília no dia 14 de janeiro</em></p>
<p style="text-align:right;"><em><br />
</em></p>
<p style="text-align:justify;">A internet hoje leva ao mundo inteiro o conceito que um dia o sociólogo canadense Marshall McLuhan chamou de Aldeia Global. Um lugar onde não haveria distância entre uma pessoa e outra, mesmo se morassem em lugares distantes: abraçar o planeta seria algo plenamente possível com apenas um clique no mouse.</p>
<p style="text-align:justify;">Para a segunda leva de apresentações do projeto Sai da Rede, promovido pelo Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), de hoje a domingo, novos artistas da geração online marcam presença: a banda paraibana Burro Morto, a cantora pernambucana Lulina e o grupo paulistano Coletivo Instituto.</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;A gente conseguiu o primeiro contato para sair da Paraíba através da internet, pelo Myspace. Acho que 90% dos nossos contatos de shows e de conhecimento artístico vieram por meio dela. Como artista, não tem como não pensar nessa ferramenta que está mudando a maneira de se trabalhar em banda, e é o que está fazendo essa revolução de uma nova visão cultural&#8221;, conta Daniel Ennes Jesi, contrabaixista da banda Burro Morto.</p>
<p style="text-align:justify;">Lulina concorda e reforça que sem a ajuda da web jamais poderia ter impulsionado a carreira artística. &#8220;Devo tudo a internet. Se não fossem as pessoas comentando &#8216;Lu, gostei muito do seu trabalho&#8217; eu nunca teria me sentido animada para continuar. Sem ela, acho que até hoje estaria divulgando meu trabalho só para os meus amigos&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;">Daniel Takara, produtor musical e um dos criadores do Coletivo Instituto vê a rede como responsável pelo surgimento da nova geração e facilitadora do processo de se fazer música atualmente. &#8220;A internet foi um divisor de águas muito grande. A cena independente conseguiu se profissionalizar muito. Divulgo meu trabalho porque ela passou a ter uma força enorme no que eu faço&#8221;, diz.</p>
<p style="text-align:justify;">O primeiro show, comandado pelo Burro Morto, leva o afrobeat, a psicodelia e o rock como embalo para o som que faz. &#8220;A gente é muito calcado pelo afrobeat porque o nordeste tem uma coisa muito peculiar da dança, pela maneira que se respira, que se fala; as coisas aqui são muito cantadas. E o natural da fala, da dança, soa muito natural com o afrobeat, mas a gente também tem outras influências como o rock progressivo&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;">A pernambucana, que se apresenta amanhã, no entanto, busca inspiração nas pequenas coisas do dia a dia, no ídolo Tom Zé, no indie rock e no que ela diz ser &#8220;aquela mistureba toda&#8221;. &#8220;Me inspiro na vida real-imaginária que eu vivo. Muita gente fala que uso metáfora, uso minhoca para falar da morte, por exemplo. Às vezes descrevo o cotidiano num formato diferente, apenas mascarado, mas as coisas por trás são cotidiano&#8221;. A tal &#8220;mistureba&#8221; forma um gênero bem &#8220;lulinístico&#8221; de ser e se transforma em sua &#8220;canção popular melodramática&#8221;, cheia de referências, ironias e contemporaneidades.</p>
<p style="text-align:justify;">No domingo, o Coletivo fecha o segundo final de semana de atrações. A partir de um apanhado de estilos, une hip hop à eletrônica e ao jazz. O resultado disso não poderia ser descrito de outra forma: &#8220;O que mais nos influencia é a música de qualidade&#8221;, revela Takara. O grupo, que geralmente leva convidados para acompanhá-lo nos palcos, terá Kamau, Emicida e Funk Buia no encontro do CCBB. &#8220;A gente trabalha muito com artistas que têm seu trabalho solo e  que falam muito do cotidiano. A nossa influência tem base em expressões&#8221;, define.</p>
<p style="text-align:justify;">O projeto Sai da Rede começou na semana passada com a ideia de propagar a voz de artistas que usam a web como principal ferramenta, mas que não são tão conhecidos pelo grande público.</p>
<p style="text-align:justify;">Os três primeiros dias do evento confirmaram que a internet, de fato, reduz as barreiras entre as pessoas e serve como boa divulgadora de novos talentos. Cerca de 360 pessoas ocuparam os quatro cantos do Teatro I durante os três dias de shows, ao som de Lucas Santtana, Tiê e Isaar. Ainda que com cadeiras extras, o espaço não foi suficiente para os apreciadores da música independente, sendo necessário colocar um telão do lado de fora para reproduzir os shows aos que não conseguiram ingresso.</p>
<p style="text-align:justify;">Na próxima semana, se apresentam Letuce, Tulipa Ruiz e João Brasil.</p>
<p style="text-align:left;">O texto também pode ser visualizado pelo link: <a href="http://www.clicabrasilia.com.br/site/noticia.php?id=320208&amp;secao=V">http://www.clicabrasilia.com.br/site/noticia.php?id=320208&amp;secao=V</a></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/isabellacorrea.wordpress.com/750/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/isabellacorrea.wordpress.com/750/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/isabellacorrea.wordpress.com/750/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/isabellacorrea.wordpress.com/750/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/isabellacorrea.wordpress.com/750/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/isabellacorrea.wordpress.com/750/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/isabellacorrea.wordpress.com/750/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/isabellacorrea.wordpress.com/750/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/isabellacorrea.wordpress.com/750/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/isabellacorrea.wordpress.com/750/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/isabellacorrea.wordpress.com/750/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/isabellacorrea.wordpress.com/750/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/isabellacorrea.wordpress.com/750/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/isabellacorrea.wordpress.com/750/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=isabellacorrea.wordpress.com&amp;blog=7383322&amp;post=750&amp;subd=isabellacorrea&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" /><div class="sharedaddy"></div>]]></content:encoded>
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		<title>Pottermaníacos invadem pré-estreia do penúltimo filme da saga</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Nov 2010 12:09:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isabella Corrêa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Isabella Corrêa e Sílvia Mendonça Matéria publicada pelo Jornal de Brasília no dia  20 de novembro de 2010 &#160; Entre os livros da série Harry Potter, roupas personalizadas, buttons de personagens e muita disposição, dezenas de fãs mal se agüentavam de tanta expectativa no hall do cinema Pier 21. A pré-estreia da primeira parte [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=isabellacorrea.wordpress.com&amp;blog=7383322&amp;post=709&amp;subd=isabellacorrea&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://isabellacorrea.files.wordpress.com/2010/11/dsc00467.jpg"><img class="size-large wp-image-710" title="DSC00467" src="http://isabellacorrea.files.wordpress.com/2010/11/dsc00467.jpg?w=491&#038;h=368" alt="" width="491" height="368" /></a></p>
<p style="text-align:right;">Por Isabella Corrêa e Sílvia Mendonça</p>
<p style="text-align:right;">Matéria publicada pelo Jornal de Brasília no dia  20 de novembro de 2010</p>
<p style="text-align:right;">&nbsp;</p>
<p style="text-align:justify;">Entre os livros da série Harry Potter, roupas personalizadas, buttons de personagens e muita disposição, dezenas de fãs mal se agüentavam de tanta expectativa no hall do cinema Pier 21. A pré-estreia da primeira parte do último filme da saga, Harry Potter e As Relíquias da Morte, estava previsto para começar exatamente às 23h55 min da noite de quinta-feira.</p>
<p style="text-align:justify;">Tatiana Casanova, 15 anos, as irmãs Joana, 15 anos, e Luíza Lapa, 20 anos, e João Paulo Azevedo, 15 anos, conseguiram ser os primeiros da fila, que se arrastava até a praça de alimentação. A sensação de viver mais do que nunca a história de Harry Potter, sentir que se faz parte de toda a trajetória e de acompanhar uma das criações literárias juvenis mais bem sucedidas dos últimos tempos emociona os fãs. &#8220;Esse é o momento, esse é o melhor momento&#8221;, comenta Joana. &#8220;Vai ser o melhor, apenas&#8221;, reforça.</p>
<p style="text-align:justify;">&nbsp;</p>
<div class="mceTemp" style="text-align:justify;">
<dl class="wp-caption alignright">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://isabellacorrea.files.wordpress.com/2010/11/dsc004574.jpg"><img class="size-medium wp-image-730" title="DSC00457" src="http://isabellacorrea.files.wordpress.com/2010/11/dsc004574.jpg?w=300&#038;h=225" alt="" width="300" height="225" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Foto: Isabella Corrêa</dd>
</dl>
</div>
<p style="text-align:justify;">Quando a primeiro volume da saga chegou às livrarias, em 1997, pouco se imaginava que o sucesso estrondoso se estenderia até o ano de 2010, em que convenções de milhares de crianças, adolescentes e até adultos esperam horas em uma fila para pegar o melhor lugar na sala de cinema e não perder nem um minuto da emoção de assistir ao filme. “Estamos planejando esse dia há muito tempo, desde a estreia do livro. É uma expectativa gigante. A gente chegou às 13h, não tinha ninguém. Daí falamos: ‘Ah, somos os únicos’, mas agora nós somos os primeiros, a fila vai até a escada. É uma prova que a gente ama muito”, conta com entusiasmo Tatiana. “Estou com muita expectativa. A gente veio da escola, estou horrível, mas nem me importo mais, só quero ver o filme porque se não eu morro”, desabafa João Paulo, sem desanimar.</p>
<p style="text-align:justify;">A adolescente começou a publicar em uma de suas páginas pessoais na internet a contagem regressiva para o lançamento do filme desde que tomou conhecimento da data de estreia no Brasil. A jovem publicava notícias, vídeos e qualquer informação adicional que saísse na mídia. “Como que está minha expectativa? Eu estou morrendo! Falta uma hora e eu estou esperando por esse dia há 365 dias. Estou morrendo, estou ótima”, conta, em êxtase.</p>
<p style="text-align:justify;">Para muitos, o fascínio pela série de livros não passa de brincadeira ou fase, mas &#8220;o caso&#8221; é bem mais sério do que se pensa. &#8220;Vou para a premier em Londres da segunda parte do último filme, estou juntando dinheiro. Eu já falei para a minha mãe: &#8216;Não me dá presente de natal, eu quero dinheiro; coloca na poupança&#8217;&#8221;, confessa Tatiana. A fã assumida conta que quando revelou a mãe o seu plano para ser a primeira da fila, ela lhe sugeriu algo nada comum. &#8220;Eu disse a ela: &#8216;Olha, eu vou às 13h para a pré-estreia, tá?&#8217; Mas quando eu falei que a sessão começava meia-noite, ela perguntou: &#8216;Você não quer o telefone da psicóloga, minha filha?&#8217;&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;">Nem mesmo o atraso da sessão – muitas pessoas guardaram lugares para outras que ainda não estavam na sala, gerando confusão entre os presentes – desanimou o grupo de fãs que esperava desesperado pelo início da sessão. A cada minuto ouvia-se &#8220;faltam dez minutos&#8221; e, quando a tradicional música de início dos filmes começou, gritos intermináveis irradiaram os quatro cantos da sala.</p>
<p style="text-align:justify;">Mesmo depois de tanta euforia, após os sete livros lançados e sem a perspectiva de novos por vir, as adolescentes se mostram preocupadas com o fim da saga cinematográfica: “Eu vou sentir um vazio, eu não sei o que vou fazer quando sair da sala de cinema. Vou estar feliz por estar assistindo, mas vou estar triste porque vai ter acabado. Não vai ter mais a expectativa das pré-estreias. Eu sei que é o fim de uma saga e o início de uma lenda, só que vou sentir falta”, desabafa Tatiana.</p>
<p style="text-align:justify;">Quando o filme terminou, somente ela e os amigos estavam na sala. Com orgulho afirmavam: &#8220;Fomos os primeiros a entrar e os últimos a sair&#8221;. &#8220;Estou com o cheiro da pré-estreia, não quero sair daqui&#8221;, repetia a jovem. Sem hesitação, ela gritava: &#8220;passa de novo!&#8221;. As considerações finais não poderiam ser diferentes de quem esperava algo mágico dos filmes. &#8220;Superou muito as nossas expectativas, foi tudo perfeito&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;">Ainda aos seis anos de idade, Tatiana foi introduzida às aventuras do bruxo Harry Potter pela irmã mais velha. &#8220;Minha irmã começou a ler e a noite eu pedia para que ela lesse para mim também, só que ela encheu o saco e não queria mais. Eu aprendi a ler por causa de Harry, comecei a ler aí, era muito devagar, mas eu conseguia ler todos&#8221;, lembra a estudante.</p>
<p style="text-align:justify;">Com Joana a história não foi muito diferente. &#8220;Eu comecei a ver os filmes com seis e a ler com nove&#8221;, conta a adolescente, também influenciada pelo entusiasmo e interesse vindos de outra pessoa da família. &#8220;A irmã dela ensinou pra ela que Harry Potter faz bem para a alma&#8221;, brinca Luíza.</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Eu vi o filme antes de ler, gostei bastante, mas não era viciada. Eu fiquei apaixonada mesmo quando comecei a ler&#8221;, conta Luíza. &#8220;Eu não conseguia deixar de divulgar para todo mundo, então eu divulguei para minha irmã. Eu ficava insistindo para ela ler, falava: &#8216;Lê, pelo amor de Deus, é a melhor coisa do mundo&#8217;, e ela ficava: &#8216;Não, mas é grande&#8217;, e eu falando para ela ler porque iria amar. Mostrei para os amigos dela, todas as amigas da minha irmã são viciadas porque eu as obriguei a lerem, e hoje elas adoram&#8221;, completa.</p>
<p style="text-align:left;">O texto também pode ser visualizado pelo link:  <a href="http://www.jornaldebrasilia.com.br/site/noticia.php?id=310440&amp;secao=V">http://www.jornaldebrasilia.com.br/site/noticia.php?id=310440&amp;secao=V</a></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/isabellacorrea.wordpress.com/709/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/isabellacorrea.wordpress.com/709/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/isabellacorrea.wordpress.com/709/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/isabellacorrea.wordpress.com/709/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/isabellacorrea.wordpress.com/709/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/isabellacorrea.wordpress.com/709/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/isabellacorrea.wordpress.com/709/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/isabellacorrea.wordpress.com/709/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/isabellacorrea.wordpress.com/709/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/isabellacorrea.wordpress.com/709/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/isabellacorrea.wordpress.com/709/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/isabellacorrea.wordpress.com/709/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/isabellacorrea.wordpress.com/709/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/isabellacorrea.wordpress.com/709/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=isabellacorrea.wordpress.com&amp;blog=7383322&amp;post=709&amp;subd=isabellacorrea&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" /><div class="sharedaddy"></div>]]></content:encoded>
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		<title>O mito do diálogo possível</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Aug 2010 03:39:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isabella Corrêa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[cremilda medina]]></category>
		<category><![CDATA[diálogo possível]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista]]></category>

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		<description><![CDATA[A jornalista Cremilda de Araújo Medina, em seu livro “Entrevista: o diálogo possível”, traça um raciocínio prático de como a entrevista jornalística pode ser aprimorada com fatores subjetivos entre o repórter e o entrevistado. Dentre esses fatores, está a ideia de que a personalidade do entrevistador é uma técnica essencial para alcançar ganhos no diálogo. [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=isabellacorrea.wordpress.com&amp;blog=7383322&amp;post=688&amp;subd=isabellacorrea&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">A jornalista Cremilda de Araújo Medina, em seu livro “Entrevista: o diálogo possível”, traça um raciocínio prático de como a entrevista jornalística pode ser aprimorada com fatores subjetivos entre o repórter e o entrevistado. Dentre esses fatores, está a ideia de que a personalidade do entrevistador é uma técnica essencial para alcançar ganhos no diálogo. Dizer que a personalidade do jornalista deve estar contida na entrevista é arriscar dizer que a sua atitude pode estar isenta de princípios básicos como imparcialidade e objetividade.</p>
<p style="text-align:justify;">Medina vai além, e afirma que o bom repórter é criador e consegue desenvolver uma obra de arte social a partir da interação com seu entrevistado, possibilitando as percepções de ambos. No entanto, a questão que deve ser levantada é: o que vem a ser essencial? O jornalismo que preza a informação objetiva e imparcial ou aquele que visa o interpretativo e subjetivo? A autora responde que a “total objetividade” é uma ingenuidade e defende que “é preciso usar nosso traço humano”, citando Edgar Morin para explicar que quando o homem criou a consciência da morte, eliminou a ideia do “puro ser objetivo” como uma defesa à própria morte. Com a construção do mundo subjetivo, a autora afirma que torna impossível a “total objetividade”. Ingenuidade, então, não seria acreditar que a o envolvimento do repórter com o entrevistado poderia gerar uma matéria genuinamente parcial? Pelo menos, a tentativa de um texto informativo traz comprometimento com o público, e não com a fonte.</p>
<p style="text-align:justify;">.</p>
<p style="text-align:justify;">Esse texto foi um trabalho de faculdade em que a professora exigiu uma crítica negativa. Na verdade, eu gostei bastante da ideia proposta pela autora. Mas não poderia deixar de concordar que existe certas linhas possíveis à reflexão. A lição que tive é que nada pode ser totalmente positivo, assim como nada pode ser totalmente negativo. Não se pode concordar com tudo, ao mesmo tempo que não se pode discordar também.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/isabellacorrea.wordpress.com/688/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/isabellacorrea.wordpress.com/688/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/isabellacorrea.wordpress.com/688/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/isabellacorrea.wordpress.com/688/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/isabellacorrea.wordpress.com/688/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/isabellacorrea.wordpress.com/688/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/isabellacorrea.wordpress.com/688/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/isabellacorrea.wordpress.com/688/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/isabellacorrea.wordpress.com/688/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/isabellacorrea.wordpress.com/688/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/isabellacorrea.wordpress.com/688/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/isabellacorrea.wordpress.com/688/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/isabellacorrea.wordpress.com/688/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/isabellacorrea.wordpress.com/688/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=isabellacorrea.wordpress.com&amp;blog=7383322&amp;post=688&amp;subd=isabellacorrea&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" /><div class="sharedaddy"></div>]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Qual a influência da televisão?</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Aug 2010 02:49:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isabella Corrêa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[11 de agosto]]></category>
		<category><![CDATA[caetano veloso]]></category>
		<category><![CDATA[dia da televisão]]></category>
		<category><![CDATA[Santa Clara]]></category>
		<category><![CDATA[televisão]]></category>

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		<description><![CDATA[11 de agosto. Dia de Santa Clara.  Dia da televisão. Santa Clara, um ano antes de sua morte, teve uma visão do invento que, séculos depois, mudaria a história do mundo. O que se conta é que a senhora, por estar muito doente, não pôde comparecer à celebração de natal naquele ano (1252). Quando suas [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=isabellacorrea.wordpress.com&amp;blog=7383322&amp;post=676&amp;subd=isabellacorrea&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">
<div id="attachment_698" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://isabellacorrea.files.wordpress.com/2010/08/babytv3.jpg"><img class="size-medium wp-image-698" title="babytv" src="http://isabellacorrea.files.wordpress.com/2010/08/babytv3.jpg?w=300&#038;h=254" alt="" width="300" height="254" /></a><p class="wp-caption-text">Google imagens</p></div>
<p style="text-align:justify;">11 de agosto. Dia de Santa Clara.  Dia da televisão.</p>
<p style="text-align:justify;">Santa Clara, um ano antes de sua morte, teve uma visão do invento que, séculos depois, mudaria a história do mundo. O que se conta é que a senhora, por estar muito doente, não pôde comparecer à celebração de natal naquele ano (1252). Quando suas irmãs do convento retornaram, Santa Clara lhes contou todos os detalhes da festa natalina e afirmou que a visão ocorrera como se tivesse sido intermediada por um televisor. Se foi uma previsão daquilo que faria hoje a maioria dos cidadãos “escravos” das telas, bem, não se sabe. Mas uma coisa é certa: desde aqueles tempos já se previa o surgimento de algo poderoso que pudesse ser visto por todas as pessoas do mundo. Santa Clara, ao se deparar com a revelação, quis que o invento tivesse a proteção divina e o uso adequado. Assim, acabou tornando-se a padroeira da televisão.</p>
<p style="text-align:justify;">Certamente a história desse &#8220;aparelho mágico&#8221; é bem mais complexa. Porém, o mais importante no dia de hoje é levantar questionamentos sobre como e por que a televisão é tão aclamada e criticada ao mesmo tempo. Muitas pessoas defendem seus pontos sobre os efeitos positivos e negativos. Há, ainda, aqueles que acreditam que ela pode ser tão boa quanto ruim, como qualquer outro meio. Mas afinal, qual o efeito da televisão na população? O que ela significa para as pessoas? Bem, diversos comunicólogos já tentaram desvendar. As respostas encontradas com o passar dos anos foram variadas. Cabe a nós, então, escolher no que queremos acreditar.</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;A televisão, para mim, é o meio mais comum e, provavelmente, o mais utilizado para difundir a informação, além de ser um ótimo instrumento de entreterimento&#8221;, define o estudante de química, Elder Taciano Romão (20), que ressalta ser uma boa ferramenta para estender conhecimentos a respeito de assuntos do seu interesse. “Ensina de acordo com a programação escolhida pelo telespectador. No meu caso, o que mais aprendo são assuntos relacionados com ciência, saúde e política”, diz.</p>
<p style="text-align:justify;">Algumas pessoas dizem que a televisão exerce o seu papel na sociedade, ajudando, por exemplo, a reforçar condutas em crianças e jovens. “Para mim, foi importante na infância. Assistia muitos desenhos. Aprendi muitas coisas que ajudaram na formação da minha personalidade, como distinguir o certo e o errado”, afirma Yuri Concentino (20), estudante de publicidade e propaganda. “Na história, aprendemos que o Skeleton estava tentando procurar o caminho mais fácil para conseguir as coisas porque sabemos hoje que o melhor caminho e mais honesto é sempre aquele bem pensado, onde procuramos fazer o certo em vez do fácil”, ressalta Yuri sobre um dos personagens do desenho <em>He-man</em>, que costumava assistir na infância.</p>
<p style="text-align:justify;">Embora muitos pais sejam preocupados com a exposição de seus filhos a programações inadequadas, ou a exposição exagerada mesmo em programas direcionados ao público, a funcionária pública Léa Nascimento (51) afirma que a televisão ajudou seus filhos em determinadas situações durante a infância. “Nunca fui muito presente. Sempre trabalhei fora enquanto meus filhos ficavam em casa. Sempre incentivei a cultura dentro de casa e, a televisão, querendo ou não, ajudou um pouco nessa parte” confessa a funcionária.</p>
<p style="text-align:justify;">Para a estudante de jornalismo, Lidyane Barros (19), a televisão sempre foi um vício, porém, um vício saudável que exerce uma função maior do que a própria informação. “O bom da televisão é que ela une a minha família. É o mais importante. ”, afirma.</p>
<p style="text-align:center;">.</p>
<p style="text-align:justify;">E para concluir, ai vai um vídeo do músico Caetano Veloso que um antigo professor de sociologia passou em sala. O nome da música?<em> &#8220;Santa Clara, padroeira da televisão&#8221;</em>!!</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://isabellacorrea.wordpress.com/2010/08/12/qual-o-significado-da-televisao-para-voce/"><img src="http://img.youtube.com/vi/wTTiRfcGCoo/2.jpg" alt="" /></a></span></p>
<p style="text-align:center;">.</p>
<p style="text-align:justify;">Fonte: <a href="http://www.velhosamigos.com.br/DatasEspeciais/diatelevisao.html">http://www.velhosamigos.com.br/DatasEspeciais/diatelevisao.html</a></p>
<p style="text-align:justify;">
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/isabellacorrea.wordpress.com/676/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/isabellacorrea.wordpress.com/676/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/isabellacorrea.wordpress.com/676/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/isabellacorrea.wordpress.com/676/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/isabellacorrea.wordpress.com/676/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/isabellacorrea.wordpress.com/676/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/isabellacorrea.wordpress.com/676/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/isabellacorrea.wordpress.com/676/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/isabellacorrea.wordpress.com/676/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/isabellacorrea.wordpress.com/676/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/isabellacorrea.wordpress.com/676/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/isabellacorrea.wordpress.com/676/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/isabellacorrea.wordpress.com/676/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/isabellacorrea.wordpress.com/676/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=isabellacorrea.wordpress.com&amp;blog=7383322&amp;post=676&amp;subd=isabellacorrea&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" /><div class="sharedaddy"></div>]]></content:encoded>
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		<title>Palavras que movem tudo</title>
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		<pubDate>Sun, 25 Jul 2010 19:59:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isabella Corrêa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[dia do escritor]]></category>
		<category><![CDATA[escrever]]></category>
		<category><![CDATA[escritor]]></category>
		<category><![CDATA[leitores]]></category>
		<category><![CDATA[palavras]]></category>

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		<description><![CDATA[Um poema que não te ajude a viver e não saiba preparar-te para a morte não tem sentido: é um pobre chocalho de palavras. Mário Quintana Talvez esse não seja um bom título para comemorar o dia do escritor. No entanto, a mensagem que quero passar nessa data não é necessariamente sobre quem escreve, mas sobre [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=isabellacorrea.wordpress.com&amp;blog=7383322&amp;post=660&amp;subd=isabellacorrea&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Um poema que não te ajude a viver e não saiba preparar-te para a morte não tem sentido: é um pobre chocalho de palavras.</em></p>
<p style="text-align:right;"><em>Mário Quintana</em></p>
<p style="text-align:right;"><em><br />
</em></p>
<p style="text-align:justify;">Talvez esse não seja um bom título para comemorar o dia do escritor. No entanto, a mensagem que quero passar nessa data não é necessariamente sobre quem escreve, mas sobre elas: as palavras. Algumas pessoas conseguem transmitir a mensagem de uma forma tão especial que nos faz sentir coisas subitamente. Às vezes estamos alegres e, em um breve instante, quando nossos olhos passam a compreender os significados de determinadas palavras, passamos a estar tristes. Àquele que consegue escrever usando as palavras certas nos momentos certos, mesmo sem saber os sentimentos certos que devem sentir os leitores, realmente é digno de homenagem.</p>
<p style="text-align:justify;">Falar sobre escritores é falar sobre tudo. Sobre a história do mundo e do homem. Tentar entendê-los é tentar entender os sentimentos. Quantos homens já não falaram sobre suas experiências amorosas, criminosas ou sexuais? Quantos homens já não mostraram seu desejo pela vida, pelo belo, pela morte ou pelo feio? Inúmeros escritores já nos avisaram sobre as dores do amor. Mesmo assim, é quando eles escrevem que nos dá mais vontade de experimentar as sensações de amar, de comprovar ou ir contra suas opiniões.</p>
<p style="text-align:justify;">Os escritores têm o dom de transformar nossa realidade e direcioná-la para uma dimensão externa, mágica e inexplicável. Saímos daquilo que somos e deixamos entrar uma história que não é a nossa, mas que nos identificamos intensamente. Que poder é esse que nos permite parar de existir por algumas horas até que a história acabe? Podemos viver dentro daquelas palavras por algum tempo. Nada lá &#8220;fora&#8221; nos faz voltar ao que éramos antes. Cada palavra gera em nós uma pequena metamorfose. Ficamos mais harmoniosos conosco, mais compreensíveis, e muito mais humanos. Por isso é possível afirmar que não existem teorias que expliquem ou descrevam o que é um bom escritor. Afinal, como diria o escritor irlandês Oscar Wilde, &#8220;definir é limitar&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;">.</p>
<p style="text-align:justify;">Me sinto uma pessoa melhor cada vez que leio livros maravilhosos, de pessoas maravilhosas. Fico me questionando como é possível tanta beleza e profundidade reunida em palavras, palavras que movem tudo.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">
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		<title>Repensando a comunicação</title>
		<link>http://isabellacorrea.wordpress.com/2010/07/01/repensando-a-comunicacao/</link>
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		<pubDate>Thu, 01 Jul 2010 20:17:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isabella Corrêa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação]]></category>

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		<description><![CDATA[Agora, no blog, resolvi colocar textos sobre comunicação com o intuito de instigar a reflexão a respeito desse tema. Assuntos que envolvam mídia, modernidade e sociedade também estarão relacionados. Por isso, decidi postar um que li hoje  sobre Marshall McLuhan: McLuhan assombra o Rei Nicolau Sevcenko, especial para a Folha (1997) &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..Só a mão que [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=isabellacorrea.wordpress.com&amp;blog=7383322&amp;post=646&amp;subd=isabellacorrea&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Agora, no blog, resolvi colocar textos sobre comunicação com o intuito de instigar a reflexão a respeito desse tema. Assuntos que envolvam mídia, modernidade e sociedade também estarão relacionados. Por isso, decidi postar um que li hoje  sobre Marshall McLuhan:</p>
<h2 style="text-align:center;"><strong>McLuhan assombra o Rei</strong></h2>
<p style="text-align:center;"><em>Nicolau Sevcenko, especial para a Folha (1997)</em></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;">&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..</span>Só a mão que apaga pode escrever a coisa certa.” O ditado certeiro é de  Mestre Eckhardt, místico e visionário medieval. Ele é uma das fontes  inspiradoras dessa outra fonte inesgotável de visões, o não menos  célebre professor Marshall McLuhan. Ele foi também um mestre em matérias  impalpáveis. Uma das suas conclusões mais perturbadoras é justamente  sobre esse tema. <em>&#8220;Em experimentos nos quais todas as sensações externas  são bloqueadas, o paciente desencadeia um furioso processo de  preenchimento ou substituição dos sentidos, que é a alucinação em forma  pura. Do mesmo modo, a excitação de um único sentido tende a provocar um  efeito de hipnose, equivalente à maneira como a privação de todos os  sentidos tende a produzir visões.”</em><br />
<span style="color:#ffffff;">&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..</span>Seria curioso se não fosse incômodo. Afinal, o paciente a que se refere o  venerando professor não é um psicótico internado em algum asilo de  alienados, mas uma pessoa como eu ou você, considerada em condições tão  prosaicas como assistindo televisão ou lendo jornal. Desagradável, não?  Mas tem mais. Ele afirmava que a dimensão invisível era a mais relevante  para a percepção e compreensão das coisas. E nisso se baseava em outro  mestre eminente, Lao-Tsé. <em>&#8220;Trinta radiais se tornam um graças aos  buracos no centro de uma roda e, graças ao vazio que há entre eles, ela  pode rolar. A possibilidade de se usar argila para moldar vasos se deve  ao oco da sua ausência. As portas e janelas, numa casa, são úteis pelo  vão que abrem. Assim, só o que não é nos permite dispor do que é.”</em><span id="more-646"></span><br />
<span style="color:#ffffff;">&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..</span>Essa sua perversa preferência pelo imaterial, o fluido e o instável deu  ao professor uma má reputação. Ele próprio a reconhecia, não sem certo  orgulho.<em> &#8220;O poeta, o artista, o detetive _quem quer que afie nossa  percepção tende a ser anti-social. Raramente será ‘bem ajustado’, pois  não se dispõe a acompanhar correntes e tendências. Uma ligação estranha  existe em geral entre tipos anti-sociais, dada a sua capacidade de  perceber o mundo ao seu redor como ele realmente é. Essa necessidade de  buscar interfaces, de confrontar o ambiente circundante com um vigor  anti-social está demonstrada na famosa história ‘As Roupas Novas do  Imperador’.”</em> O professor, portanto, se via como aquele garotinho  impertinente que estragou a pompa e circunstância da festa de coroação  de Sua Alteza Suprema gritando: <em>&#8220;Olha, o rei tá pelado!”</em>.<br />
<span style="color:#ffffff;">&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..</span>Curiosa condição de anti-social, no entanto. Desde a publicação de seu  ”Compreendendo a Mídia”, em 1964, McLuhan foi instantaneamente  catapultado de sua discreta posição de professor de literatura inglesa  na Universidade de Toronto para o centro do palco das celebridades da  cultura pop.<br />
<span style="color:#ffffff;">&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..</span>Expressões cunhadas por ele, como &#8220;aldeia global”, &#8220;galáxia de  Gutenberg” ou &#8220;era da informação” se tornaram voz corrente em todo o  mundo e seu próprio nome se transformou em conceito analítico, entrando  para várias línguas em variantes exóticas como &#8220;macluhanizado”, &#8220;macluhânico” e &#8220;macluhanático”.<br />
<span style="color:#ffffff;">&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..</span>Como pode ser? Ele não era um esquisitão, falando de um assunto  complicado, de um modo desconfortável? Sem dúvida. Mas tocou numa corda  sensível a todos naquele momento. Ele insistia em que a era da cultura  escrita havia passado e que era urgente compreender a natureza, as  características e efeitos das novas formas de comunicação baseadas nas  tecnologias eletro-eletrônicas, nas quais todos estavam integral e  irremediavelmente imersos desde então.<br />
<span style="color:#ffffff;">&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..</span>Sua recepção entusiástica pelos grandes meios de comunicação decorria de  uma compreensão distorcida de suas teorias, que acabou se tornando um  clichê infelizmente associado ao seu nome, o de que ele estava  perpetrando a celebração pura e simples da cultura de massas e das  convenções do cenário pop. Ironicamente, o moleque anti-social foi  retratado como o Professor Descolado. Vestiram nele as roupas que ele  havia tirado do Imperador.<br />
<span style="color:#ffffff;">&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..</span>A vingança de McLuhan veio na forma do seu livro-poema-produção-  visual-performance gráfica-multiautoral de 67, &#8220;O Meio É a Massagem”. A  obra punha em prática as teorias anunciadas no livro anterior. Textos  curtos, citações, imagens, cartuns, fotos, close-ups, referências  publicitárias, propaganda política, ilustrações clássicas, documentos  etnográficos, fotogramas, artes gráficas, fotomontagens, tudo fundido e  integrado numa complexa rede de significados cruzados e mensagem  política radical inequívoca. Um fluxo contínuo de fragmentos de  diferentes processos comunicativos, numa composição sem sentido  seqüencial, cuja conexão só pode ocorrer fora da obra, a partir de um  envolvimento perceptivo e intelectual profundo por parte do leitor e  co-autor.<br />
<span style="color:#ffffff;">&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..</span>Essa produção, sendo muito mais difícil de compreender que a anterior,  era, por isso mesmo, bem mais difícil de apropriar. Mais do que à  interpretação ou assimilação, ela convidava à cumplicidade. E quem é  que, sentindo o pulso dos anos 60, não se acumpliciaria de um livro que  invocava como fontes seminais, dentre muitas outras, a Alice de Lewis  Carroll, Marilyn Monroe, Nico do Velvet Underground, James Joyce e um  xamã africano. Sob a guia de figuras tutelares como essas, o desafio de  penetrar os meandros desorientadores da sabedoria de McLuhan se tornava  uma vertigem irresistível.<br />
<span style="color:#ffffff;">&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..</span>Isso fez com que existissem pelo menos dois McLuhans, o professor, que a  grande mídia elegeu como seu herói legitimador, e o anarquista, que os  jovens rebeldes projetaram como o arauto de uma nova sensibilidade,  espontânea e solidária, nascida da implosão centrípeta com que as novas  tecnologias dissiparam o centralismo autoritário do edifício  gutenberguiano.<br />
<span style="color:#ffffff;">&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..</span>Tornado assim um dos pivôs do debate político e cultural daquele momento  conturbado, suas idéias foram sendo dilapidadas e dissolvidas em  vulgatas e simplificações ideológicas, que empobreceram em vez de  destacar sua admirável originalidade. De fato, McLuhan reconhecia a  dívida intelectual que tinha com Harold Innis, historiador econômico e  seu colega na Universidade de Toronto. Innis, que fora aluno de  Thorstein Veblen, em Chicago, desenvolvera estudos demonstrando como a  tecnologia de comunicação de uma determinada sociedade era o elemento  decisivo para o estabelecimento do seu sistema de poder e da sua  estrutura social.<br />
<span style="color:#ffffff;">&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..</span>McLuhan partiu daí para refinar o argumento, avaliando como as técnicas  dominantes de comunicação afetam e acabam modelando o aparato  perceptivo, sensorial, psicológico e cultural de toda uma sociedade. <em>&#8220;Os  homens”</em>, dizia ele, <em>&#8220;criam as ferramentas, e as ferramentas, por sua  vez, recriam os homens”</em>. &#8220;Os recursos com os quais se difundem as  palavras são mais relevantes do que as próprias palavras.” Daí porque &#8220;o  meio é a mensagem”.<br />
<span style="color:#ffffff;">&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..</span>Se Innis havia introduzido a comunicação no estudo da história, McLuhan  introduziu a história da comunicação no estudo das mudanças culturais. O  resultado foi dramático, rompendo a visão de um processo linear  progressivo, substituído pelo estudo comparativo dos diferentes sistemas  de relações entre as formas de percepção sensorial, predominantes em  vários momentos e em distintas sociedades.<br />
<span style="color:#ffffff;">&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..</span>Em tempos arcaicos, por exemplo, a cultura oral estabelecia um ambiente  de predominância acústica, definindo uma sociedade em que todas as  relações eram simultâneas e agregadas em instantes que se volatilizavam  no fluxo do tempo. A introdução da escrita, mecanizada depois pelos  tipos móveis de Gutenberg, consolidou uma cultura centrada na visão e  assentada sobre o primado da sucessão linear encadeada, em função de  valores abstratos, individuais, hierárquicos e cumulativos.<br />
<span style="color:#ffffff;">&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..</span>O recente advento das técnicas eletro-eletrônicas reformulou esse  contexto, repondo a simultaneidade, a descontinuidade, a interatividade  de fragmentos autônomos e a tendência à conectividade tátil do conjunto.  O que explica a surpreendente sensualidade das &#8220;assemblages” criadas  nas páginas de &#8220;O Meio É a Massagem”. Closes de mãos, pés, braços,  olhos, orelhas, narizes, corpos nus, contatos, muita pele e pêlo.<br />
<span style="color:#ffffff;">&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..</span>A produção vai se desdobrando pelas sugestões visuais, táteis, ruidosas,  até as insinuações gustativas da estranha gema de ovo com logotipo, ou  olfativa, do cavalheiro assaltado por um dedão do pé no nariz. É uma  nova coreografia sensorial, sintonizada com a dança das ondas elétricas.  Não é de se admirar, portanto, que, embora seja um dos autores menos  citados hoje em dia nos meios acadêmicos, ele esteja na raiz dos mais  sofisticados projetos de pesquisa em novas tecnologias, percepção  sensorial, psicologia social e estudos culturais. Além de ter lançado as  bases da recente revolução da teoria bicameral em neurofisiologia.<br />
<span style="color:#ffffff;">&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..</span>McLuhan morreu em 1980, antes de poder contemplar o impacto da  microeletrônica, intimamente afinada com seus prognósticos. Seria um  prêmio à sua ousadia, pois seu apelo era para que os agentes sociais se  apropriassem das novas tecnologias, ao vez de serem dragados por elas.  Daí a veneração com que é tido dentre os grupos criativos associados a  produções como as revistas ”Wired”, ”Mondo 2000” e ”Ray Gun”.<br />
<span style="color:#ffffff;">&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..</span>Se ainda estivesse dentre nós, ele talvez nos desse uma nova produção, <em>&#8220;O Chip É a Massagem”</em>. O fato, no entanto, é que, 30 anos depois, ainda  há uma enorme relutância em lidar com suas idéias.<br />
Como ele dizia, comentando as reações dos contemporâneos ao seu  pensamento: <em>&#8220;Nós olhamos o presente pelo espelho retrovisor. Adentramos o  futuro marchando para trás”</em>. Por isso, prevalece <em>&#8220;a História tal como  nos é arengada: palavras rituais numa sequência rotinizada”</em>. Acorda,  McLuhan, venha assombrar o &#8220;Rei”!</p>
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		<title>30 anos sem o suspense de Hitchcock</title>
		<link>http://isabellacorrea.wordpress.com/2010/04/29/30-anos-sem-o-suspense-de-hitchcock/</link>
		<comments>http://isabellacorrea.wordpress.com/2010/04/29/30-anos-sem-o-suspense-de-hitchcock/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 29 Apr 2010 19:59:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isabella Corrêa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Alfred Hitchcock]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[suspense]]></category>

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		<description><![CDATA[No dia 29 de abril de 1980 morria um cânone do cinema mundial. Causador de arrepios e frio na espinha, não é possível contar quantas pessoas já foram embaladas pelos mistérios de Alfred Hitchock. Multidões foram surpreendidas  com os belos finais e fascinadas com as tramas, até perderem a conta das inúmeras vezes que sentiram [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=isabellacorrea.wordpress.com&amp;blog=7383322&amp;post=604&amp;subd=isabellacorrea&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><a href="http://isabellacorrea.files.wordpress.com/2010/04/alfred_hitchcock_presents1.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-608" title="alfred_hitchcock_presents" src="http://isabellacorrea.files.wordpress.com/2010/04/alfred_hitchcock_presents1.jpg?w=300&#038;h=210" alt="" width="300" height="210" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">No dia 29 de abril de 1980 morria um cânone do cinema mundial. Causador de arrepios e frio na espinha, não é possível contar quantas pessoas já foram embaladas pelos mistérios de Alfred Hitchock.</p>
<p style="text-align:justify;">
<div id="attachment_615" class="wp-caption alignright" style="width: 260px"><a href="http://isabellacorrea.files.wordpress.com/2010/04/photo-by-william-creamer-psycho-janet-leigh-19601.jpg"><img class="size-medium wp-image-615" title="Photo by William Creamer - Psycho Janet Leigh 1960" src="http://isabellacorrea.files.wordpress.com/2010/04/photo-by-william-creamer-psycho-janet-leigh-19601.jpg?w=250&#038;h=300" alt="" width="250" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Por William Creamer - &quot;Psycho&quot; (1960) Janet Leigh </p></div>
<p style="text-align:justify;">Multidões foram surpreendidas  com os belos finais e fascinadas com as tramas, até perderem a conta das inúmeras vezes que sentiram calafrios.  O cineasta inovou o cinema com técnicas até hoje utilizadas por profissionais da área.</p>
<p style="text-align:justify;">O   suspense ficou famoso  por merecida genialidade. Em vez de deixar o  espectador esperando pelo desfecho, usava elementos durante o  desenvolvimento do filme capaz de gerar expectativa na hora certa.</p>
<p style="text-align:justify;">Seus personagens  costumavam demonstrar  uma ansiedade crescente durante a trama, até, finalmente, o momento clímax surgir. Além disso, para alimentar ainda mais o suspense, Hitchcock investia em efeitos de luz, som e ângulo.  A criatividade também era um outro trunfo. Em &#8220;Psicose&#8221; (Psycho &#8211; 1960), por exemplo, para fazer o sangue de Marion Crane (Janet Leigh) foi utilizado calda de chocolate e o som das facadas, na realidade, é feito em um melão.</p>
<div id="attachment_624" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://isabellacorrea.files.wordpress.com/2010/04/janela-indiscreta1.jpg"><img class="size-medium wp-image-624" title="janela-indiscreta" src="http://isabellacorrea.files.wordpress.com/2010/04/janela-indiscreta1.jpg?w=300&#038;h=199" alt="" width="300" height="199" /></a><p class="wp-caption-text">&quot;Rear Window&quot; (1954) James Stewart como Jeffries - IMDB</p></div>
<p>Os filmes hitchcockianos tinham  personagens com   características peculiares. Em alguns filmes, as masculinas,  tinham a tendência de apresentar conflitos o relações estranhas com suas mães. Já as  personagens femininas, em geral, eram loiras e meigas, entretanto, se apaixonadas, poderiam se tornar perigosas. Além disso, Hitchcock tinha figurinhas carimbadas em seu elenco, atores como Cary Grant, James Stewart e Grace Kelly.</p>
<p style="text-align:justify;">As inovações de Hitchock não pararam por ai. Ele criou um termo para elementos que não são importantes na trama, mas que têm sua função, como a de levar os personagems ao conflito principal. O conceito foi denominado de &#8220;MacGuffin&#8221; e é essencial por dar a oportunidade ideal para que o enredo se desenvolva. Além disso, outro fator inovador era a participação passiva do cineasta em determinadas cenas. Hitchock apareceu na</p>
<div class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://isabellacorrea.files.wordpress.com/2010/04/rebecca2_03.jpg"><img class="size-medium wp-image-629" title="rebecca2_0" src="http://isabellacorrea.files.wordpress.com/2010/04/rebecca2_03.jpg?w=300&#038;h=230" alt="" width="300" height="230" /></a><p class="wp-caption-text">&quot;Rebecca&quot;  (1940) Joan Fontaine, Judith Anderson </p></div>
<p style="text-align:justify;">maioria dos seus filmes nos mais variados papeis de figurante, lendo um jornal ao canto, atravessando a rua ou simplemente como um passageiro de um trem.</p>
<p style="text-align:justify;">Não é à toa que o diretor leva o título de &#8220;mestre do suspense&#8221; até hoje, em pleno século XXI. Já se passaram milhares de  obras que também mudaram a história do cinema e, mesmo assim, Hitchock continua causando profundas sensações de ansiedade no espectador.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/isabellacorrea.wordpress.com/604/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/isabellacorrea.wordpress.com/604/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/isabellacorrea.wordpress.com/604/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/isabellacorrea.wordpress.com/604/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/isabellacorrea.wordpress.com/604/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/isabellacorrea.wordpress.com/604/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/isabellacorrea.wordpress.com/604/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/isabellacorrea.wordpress.com/604/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/isabellacorrea.wordpress.com/604/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/isabellacorrea.wordpress.com/604/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/isabellacorrea.wordpress.com/604/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/isabellacorrea.wordpress.com/604/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/isabellacorrea.wordpress.com/604/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/isabellacorrea.wordpress.com/604/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=isabellacorrea.wordpress.com&amp;blog=7383322&amp;post=604&amp;subd=isabellacorrea&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" /><div class="sharedaddy"></div>]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Photo by William Creamer - Psycho Janet Leigh 1960</media:title>
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		<title>Estudantes do IESB pedem por melhorias no serviço de foto-reprodução</title>
		<link>http://isabellacorrea.wordpress.com/2010/04/19/estudantes-do-iesb-pedem-por-melhorias-no-servico-de-foto-reproducao/</link>
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		<pubDate>Mon, 19 Apr 2010 23:41:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isabella Corrêa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[IESB]]></category>
		<category><![CDATA[Panacopy]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://isabellacorrea.wordpress.com/?p=600</guid>
		<description><![CDATA[Alunos reclamam, mas boa parte das queixas não chega aos ouvidos dos diretores Fotocopiadora do campus Edson Machado do Instituto de Educação Superior de Brasília (IESB) recebe reclamações por filas demoradas e computadores insuficientes, mas os responsáveis não têm controle da situação por falta de iniciativa dos estudantes 08h40min da manhã. Muitos alunos criam um [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=isabellacorrea.wordpress.com&amp;blog=7383322&amp;post=600&amp;subd=isabellacorrea&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align:justify;">
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" src="https://docs.google.com/File?id=dffwtv7d_27cvg5v2g4_b" alt="" width="321" height="79" /></p>
<p><span style="font-size:small;"> </span></p>
<p><strong><span style="font-size:medium;"> </span><strong><span style="font-size:small;">Alunos reclamam, mas</span></strong><strong><span style="font-size:small;"> boa  parte das  queixas não chega</span></strong><strong><span style="font-size:small;"> aos ouvidos </span></strong><strong><span style="font-size:small;">dos</span></strong> <strong><span style="font-size:small;">diretores</span></strong></strong></p>
<p><strong><span style="font-size:medium;"> </span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size:small;"> </span></strong></p>
<p><span style="font-size:small;">Foto</span><span style="font-size:small;">copiadora do</span><span style="font-size:small;"> campus Edson  Machado do</span><span style="font-size:small;"> Instituto de Educação S</span><span style="font-size:small;">uperior de  Brasília (IESB) recebe reclamações por filas demoradas e computadores  ins</span><span style="font-size:small;">uficientes, </span><span style="font-size:small;">mas </span><span style="font-size:small;">os responsáveis </span><span style="font-size:small;">não</span><span style="font-size:small;"> têm</span><span style="font-size:small;"> controle da  situação por falta de iniciativa dos estudantes</span></p>
<p><strong><span style="font-size:small;"> </span></strong></p>
<p><span style="font-size:small;">08h40min</span><span style="font-size:small;"> da manhã. Muitos  alunos criam um tumulto </span><span style="font-size:small;">em frente à</span><span style="font-size:small;"> bancada </span><span style="font-size:small;">da foto</span><span style="font-size:small;">copiadora</span><span style="font-size:small;"> da empresa  terceirizada Panacopy, responsável pelo serviço de impressão do IESB.</span><span style="font-size:small;"> Alguns querem  apenas imprimir, outros querem tirar cópia</span><span style="font-size:small;"> ou encadernar  algum documento. M</span><span style="font-size:small;">as a frustração é geral, </span><span style="font-size:small;">a recepção dos  funcionários é demorada</span><span style="font-size:small;"> e o número de pessoas </span><span style="font-size:small;">aguardando</span><span style="font-size:small;"> para serem  atendidas </span><span style="font-size:small;">se acumula com o tempo</span><span style="font-size:small;">. </span><span style="font-size:small;">“O atendimento é  muito devagar, deveria ter mais pessoas para </span><span style="font-size:small;">ajudar</span> <span style="font-size:small;">os</span><span style="font-size:small;"> alunos</span><span style="font-size:small;">, principalmente  nas horas de pico</span><span style="font-size:small;">”, afirma </span><span style="font-size:small;">a aluna do  segundo semestre de J</span><span style="font-size:small;">ornalismo, </span><span style="font-size:small;">Keury</span><span style="font-size:small;"> Almeida (19).</span></p>
<p><span style="font-size:small;">O </span><span style="font-size:small;">quadro</span> <span style="font-size:small;">também </span><span style="font-size:small;">incomoda </span><span style="font-size:small;">os funcionários,</span><span style="font-size:small;"> já que o fluxo</span><span style="font-size:small;"> é </span><span style="font-size:small;">superior</span> <span style="font-size:small;">à</span><span style="font-size:small;"> cap</span><span style="font-size:small;">acidade dos dois  únicos encarregados pe</span><span style="font-size:small;">la unidade de foto-reprodução. </span><span style="font-size:small;">A</span><span style="font-size:small;">creditam</span><span style="font-size:small;"> que </span><span style="font-size:small;">para </span><span style="font-size:small;">resolver o  problema</span> <span style="font-size:small;">d</span><span style="font-size:small;">o inc</span><span style="font-size:small;">haço nos horários de maior uso</span> <span style="font-size:small;">é</span><span style="font-size:small;"> necessário </span><span style="font-size:small;">adotar</span> <span style="font-size:small;">novas </span><span style="font-size:small;">medidas. </span><span style="font-size:small;">“</span><span style="font-size:small;">Para</span><span style="font-size:small;"> melhorar, seria  interessante</span> <span style="font-size:small;">mais um funcionário ou outra copiadora para  distribuir melhor o fluxo de alunos”, </span><span style="font-size:small;">declarou</span><span style="font-size:small;"> Alan Bruno  (21), </span><span style="font-size:small;">atendente</span><span style="font-size:small;"> da empresa</span><span style="font-size:small;">.</span></p>
<p><span style="font-size:small;">Um dos funcionários da ouvidoria da  instituição, Elvis Araújo (25), informou que poucos alunos reclamam  sobre </span><span style="font-size:small;">o</span><span style="font-size:small;"> mau funcionamento da reprografia. “Há queixas, mas </span><span style="font-size:small;">são </span><span style="font-size:small;">poucas </span><span style="font-size:small;">as que </span><span style="font-size:small;">chegam para nós.  Os alunos não fazem reclamações formais”, defendeu. </span></p>
<p><span style="font-size:small;">Dos 20 alunos entrevistados, apenas uma  respondeu estar satisfeita com o serviço de foto-reprodução oferecido  pela faculdade, e alegou não frequentar tanto o local, apenas quando a  impressora que tem em casa apresenta defeitos. Boa parte dos estudantes  tem consciência da desorganização, mas apenas uma pequena parcela  afirmou já ter se queixado na ouvidoria.</span></p>
<p><span style="font-size:small;">Outro problema not</span><span style="font-size:small;">ável é</span><span style="font-size:small;"> a falta de  conscientização entre os estudantes para o uso dos computadores. Muitas  pessoas utilizam as máquinas para outros fins, que não os estipulados  pelas regras da copiadora. </span><span style="font-size:small;">“</span><span style="font-size:small;">Conheço as  regras e as cumpro. Diferente de algumas pessoas que deixam para  formatar e revisar seus documentos </span><span style="font-size:small;">n</span><span style="font-size:small;">os próprios</span><span style="font-size:small;"> terminais de acesso </span><span style="font-size:small;">a</span><span style="font-size:small;">ntes de </span><span style="font-size:small;">serem</span><span style="font-size:small;"> impressos, o que é  vetad</span><span style="font-size:small;">o pelo regimento da reprografia”,</span><span style="font-size:small;"> afirma um dos alunos que fre</span><span style="font-size:small;">quentam  diariamente o local,</span><span style="font-size:small;"> And</span><span style="font-size:small;">ré Ribeiro (19), estudante do terceiro </span><span style="font-size:small;">semestre de J</span><span style="font-size:small;">ornalismo</span><span style="font-size:small;">.</span> <span style="font-size:small;">O painel com as informações encontra-se na parede em frente  aos computadores, mas mesmo assim, muitos insistem em desrespeitá-lo. Uma  aluna do primeiro semestre de Publicidade utilizou </span><span style="font-size:small;">uma das máquinas</span> <span style="font-size:small;">de </span><span style="font-size:small;">09h55</span><span style="font-size:small;">min </span><span style="font-size:small;">às</span> <span style="font-size:small;">10h33</span><span style="font-size:small;">min, </span><span style="font-size:small;">período </span><span style="font-size:small;">em que</span><span style="font-size:small;"> há maior  movimentação. Essa atitude colaborou para </span><span style="font-size:small;">o  congestionamento na fila. </span><span style="font-size:small;">“Sempre que eu vou </span><span style="font-size:small;">à</span><span style="font-size:small;"> copiadora</span><span style="font-size:small;"> tenho algum </span><span style="font-size:small;">problema</span> <span style="font-size:small;">p</span><span style="font-size:small;">or</span><span style="font-size:small;">q</span><span style="font-size:small;">ue</span><span style="font-size:small;"> as pessoas</span><span style="font-size:small;"> a</span><span style="font-size:small;"> utilizam </span><span style="font-size:small;">de forma  inadequada. Não tem</span><span style="font-size:small;"> fiscalização</span><span style="font-size:small;">”</span><span style="font-size:small;">, reforça a </span><span style="font-size:small;">estudante do</span><span style="font-size:small;"> segundo  semestre de J</span><span style="font-size:small;">ornalismo, </span><span style="font-size:small;">Lidyane</span><span style="font-size:small;"> Barros (19).</span></p>
<p><span style="font-size:small;">Os computadores  são alvo de mais queixas. Apenas quatro máquinas estão disponíveis para </span><span style="font-size:small;">todos </span><span style="font-size:small;">os 7138 alunos</span><span style="font-size:small;"> (dados de  27/10/2009)</span><span style="font-size:small;"> do campus.</span><span style="font-size:small;"> “</span><span style="font-size:small;">Muitos trabalhos,  muitos cursos, muitos alunos, filas quilométricas, e somente quatro</span><span style="font-size:small;"> computadores”,</span> <span style="font-size:small;">declara </span><span style="font-size:small;">Victor Correia (19), est</span><span style="font-size:small;">udante do  terceiro semestre de J</span><span style="font-size:small;">ornalismo.</span><span style="font-size:small;"> Além disso, vários estudantes reclamam de máquinas quebradas  ou</span><span style="font-size:small;"> desligadas, diminuindo </span><span style="font-size:small;">ainda </span><span style="font-size:small;">mais </span><span style="font-size:small;">o número de computadores. </span><span style="font-size:small;">O  atendente </span><span style="font-size:small;">da fotocopiadora</span><span style="font-size:small;">, Alan Bruno, declarou que a instituição era a responsável pela  manutenção dos terminais. Em contrapartida, um </span><span style="font-size:small;">dos </span><span style="font-size:small;">técnicos em manutenção de informática </span><span style="font-size:small;">do IESB </span><span style="font-size:small;">afirmou que essa  tarefa </span><span style="font-size:small;">era </span><span style="font-size:small;">parte também da Panacopy, embora </span><span style="font-size:small;">a faculdade</span> <span style="font-size:small;">preste  pequenos</span><span style="font-size:small;"> serviços</span> <span style="font-size:small;">emergenciais para não agravar o quadro das  filas. </span><span style="font-size:small;">“</span><span style="font-size:small;">D</span><span style="font-size:small;">efeitos em software ou de rede são</span><span style="font-size:small;"> concertado</span><span style="font-size:small;">s</span><span style="font-size:small;"> pelo I</span><span style="font-size:small;">ESB</span><span style="font-size:small;">, </span><span style="font-size:small;">mas</span><span style="font-size:small;"> defeitos</span><span style="font-size:small;"> mais graves</span><span style="font-size:small;"> são reparados  pela</span><span style="font-size:small;"> própria</span> <span style="font-size:small;">Panacopy”, afirma o técnico.</span><span style="font-size:small;"> No entanto, os  alunos continuam inconformados com o sistema empregado. </span><span style="font-size:small;">“J</span><span style="font-size:small;">á foi verificado  no começo do semestre apenas um de quatro computadores em funcionamento</span><span style="font-size:small;"> durante uma  manhã inteira. Ninguém veio arrumar essa emergência”, </span><span style="font-size:small;">sustenta</span> <span style="font-size:small;">Lidyane</span><span style="font-size:small;"> Barros.</span></p>
<p><span style="font-size:small;">O diretor  administrativo do campus, Lutero Leme, </span><span style="font-size:small;">assegurou</span><span style="font-size:small;"> que  periodicamente faz reuniões com os responsáveis da empresa terceirizada,  a fim de avaliar como os problemas estão sendo solucionados. Afirmou,  ainda, que novas propostas estão em andamento. “E</span><span style="font-size:small;">stamos refazendo o  layout</span><span style="font-size:small;"> do espaço de reprografia. O</span><span style="font-size:small;">s computadores  ficarão junto ao balcão, para não haver o uso indevido</span><span style="font-size:small;"> e </span><span style="font-size:small;">agilizar</span><span style="font-size:small;"> o envio de  arquivos”, </span><span style="font-size:small;">afirma Leme. Apesar disso, o diretor disse que não há planos  para ampliar o número de computadores.</span></p>
<p><span style="font-size:small;">As reclamações  não </span><span style="font-size:small;">se limitam</span><span style="font-size:small;"> apenas ao campus Edson Machado da Asa Sul.  Relatos de pessoas </span><span style="font-size:small;">em desacordo</span><span style="font-size:small;"> com o mesmo  serviço no campus </span><span style="font-size:small;">Giovanina</span> <span style="font-size:small;">Rímoli,</span><span style="font-size:small;"> da Asa Norte,  também são pertinentes. “A copiadora em sua função é boa, mas não supre  as necessidades de todos os estudantes, </span><span style="font-size:small;">cuja quantidade</span><span style="font-size:small;"> não </span><span style="font-size:small;">é</span><span style="font-size:small;"> proporcion</span><span style="font-size:small;">al</span><span style="font-size:small;"> à capacidade  oferecida pela faculdade”, lembra Larissa Gusmão (21), estudante do  terceiro seme</span><span style="font-size:small;">stre de Direito do campus norte</span><span style="font-size:small;">.</span></p>
<p style="text-align:right;"><span style="font-size:small;">Isabella Corrêa e Jefferson Bispo<br />
</span></p>
<p><span style="font-size:small;"> </span></p>
</div>
<p style="text-align:justify;">
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/isabellacorrea.wordpress.com/600/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/isabellacorrea.wordpress.com/600/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/isabellacorrea.wordpress.com/600/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/isabellacorrea.wordpress.com/600/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/isabellacorrea.wordpress.com/600/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/isabellacorrea.wordpress.com/600/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/isabellacorrea.wordpress.com/600/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/isabellacorrea.wordpress.com/600/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/isabellacorrea.wordpress.com/600/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/isabellacorrea.wordpress.com/600/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/isabellacorrea.wordpress.com/600/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/isabellacorrea.wordpress.com/600/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/isabellacorrea.wordpress.com/600/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/isabellacorrea.wordpress.com/600/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=isabellacorrea.wordpress.com&amp;blog=7383322&amp;post=600&amp;subd=isabellacorrea&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" /><div class="sharedaddy"></div>]]></content:encoded>
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		<title>O amor russo nas telas brasileiras</title>
		<link>http://isabellacorrea.wordpress.com/2010/03/28/o-amor-russo-nas-telonas-brasileiras/</link>
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		<pubDate>Sun, 28 Mar 2010 04:31:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isabella Corrêa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>

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		<description><![CDATA[Com doses de abstração, sentimentalismo e relações pessoais complicadas e profundas, &#8220;Insolação&#8221; leva o teatro  ao cinema e mostra uma adaptação de contos russos que tinham como tema o amor. O filme retrata pessoas que vagam pelas quadras de Brasília acompanhadas por seus problemas:  os amores  mal resolvidos, as  paixões loucas e os questionamentos a [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=isabellacorrea.wordpress.com&amp;blog=7383322&amp;post=559&amp;subd=isabellacorrea&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><a href="http://isabellacorrea.files.wordpress.com/2010/03/insolacao.jpeg"><img class="alignright size-medium wp-image-564" title="insolação" src="http://isabellacorrea.files.wordpress.com/2010/03/insolacao.jpeg?w=300&#038;h=237" alt="" width="300" height="237" /></a>Com doses de abstração, sentimentalismo e relações pessoais complicadas e profundas, &#8220;Insolação&#8221; leva o teatro  ao cinema e mostra uma adaptação de contos russos que tinham como tema o amor.</p>
<p style="text-align:justify;">O filme retrata pessoas que vagam pelas quadras de Brasília acompanhadas por seus problemas:  os amores  mal resolvidos, as  paixões loucas e os questionamentos a respeito da vida, se entrelaçando e criando as linhas do clímax na narrativa. O clima teatral que se passa durante todo o longa traz a ideia principal do filme, as mentes amantes e confusas, utilizando os sentidos para melhor reproduzir as sensações dos personagens.</p>
<p style="text-align:justify;">Apesar do fracasso de bilheteria, o longa traz elementos ricos em questões artísticas, podendo ser realmente visto como arte (além do entretenimento). A fotografia do filme (riquíssima), de Mauro<em><em> </em></em> Pinheiro Júnior, mostra uma Brasília diferente, mais desértica, sob uma ótica romântica e singular, aproveitando a arquitetura característica da Capital. Além disso, a fotografia permite reforçar a sensibilidade, deixando o racional em segundo plano e dando maior abertura para o sentimento.</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://isabellacorrea.files.wordpress.com/2010/03/640x4802.jpeg"><img class="alignleft size-medium wp-image-570" title="640x480" src="http://isabellacorrea.files.wordpress.com/2010/03/640x4802.jpeg?w=300&#038;h=225" alt="" width="300" height="225" /></a>O cinema brasileiro tem seguido a linha do gosto popular, talvez o que explique melhor a baixa procura do público. O filme investe bastante na imagem, no sentimental, no simples e, ao mesmo tempo, nos delírios e conflitos internos dos personagens. Essas questões reduzem muito ao interesse pelo tema, já que envolvem fatores mais introspectivos e não apenas conteúdo de fácil absorção. O filme também traz clichês um tanto baratos, como o &#8220;filósofo louco&#8221; que vaga pelas ruas refletindo sobre questões da vida ou a mulher problemática mal resolvida. Esses fatores certamente colaboraram e explicam a pouca receptividade nos festivais em que o filme foi exibido, além dos aspectos teatrais aparecerem em demasia (embora isso fosse um dos objetivos).</p>
<p style="text-align:justify;">O &#8220;cinema-arte&#8221; foi trazido para o brasil (através de &#8220;Insolação&#8221;) por  Felipe Hirsch que, ao lado de Daniela Thomas, faz a direção do filme.  Hirsch tem títulos importantes dentro das artes cênicas, sendo um dos  nomes mais importantes do teatro atualmente. Com um projeto arriscado, o <a href="http://isabellacorrea.files.wordpress.com/2010/03/insolac2bauo5.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-589" title="Insola+º+úo" src="http://isabellacorrea.files.wordpress.com/2010/03/insolac2bauo5.jpg?w=300&#038;h=200" alt="" width="300" height="200" /></a>diretor quis exigir mais do público brasileiro e conferir se  haverá a sintonia entre o objetivo principal do longa e o resulado da bilheteria. O longa entra em cartaz nos cinemas neste final de semana. Maria Luiza Mendonça, Leandra Leal,  Simone Spoladore e Paulo José estão entre o bom elenco do filme.<a href="http://isabellacorrea.files.wordpress.com/2010/03/insolac2bauo2.jpg"> </a></p>
<p style="text-align:justify;">.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;"><a href="http://isabellacorrea.files.wordpress.com/2010/03/insolac2bauo.jpg"></a>Referência:<a href="http://"> Http://www.colheradacultural.com.br/ </a></p>
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