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Archive for Junho, 2009

Choro pro Zé!

Para quem gosta de Choro e não resiste a um solo de Sax, aí vai uma opção belíssima. Choro pro Zé é uma canção dedicada ao sax, feita pela parceria do compositor Aldir Blanc e o violonista Guinga. A união trouxe uma combinação perfeita de letra e arranjo sensacionais, sem contar o solo. Com voz de Lucia Helena, baixo acústico de Nico Assumpção, teclados de Paulo Malaguti e Sax de Zé Nogueira e Paulo Sergio Santos. Aprecie!

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Ai, por que choras, sax, tanto assim?
Conta pra mim o que te faz sofrer
Sou teu amigo, fiz por merecer:
Sempre junto a ti
Sou o coração que faz você viver
Ai, por que choras, sax, tanto assim?
Não há motivo pra se arrepender
Confia em mim
Que em minha vida
Alegrias, horas tristes e vazias
Passo com você
A emoção que seduz
Solando um choro ou um blues
Me faz lembrar de outras noites muito azuis
Ouvindo o sax murmurar
Num baile ao luar
Frases pra sofisticada lady
Existe um sax em mim
Chorando baixinho assim
E é tão bonito uma lágrima cantar…
Um saxofone num bar
Me faz respirar
Sempre que o amor
Provocar em mim falta de ar

Aldir Blanc/Guinga

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“Boa música” para relaxar

Chega uma hora que tudo o que a gente quer é sentar e ouvir uma boa música. Só pensar na vida e, esquecer dela ao mesmo tempo. Deixar de lado os problemas e as obrigações. Mas também, pensar sobre como as coisas vão passando, ou como tudo está ultimamente. Nessas horas, a gente não quer telefonemas, nem visitas, muito menos sair de casa. Tudo o que se quer é ficar quieto no próprio canto, ouvindo “aquela” música.

Nada melhor do que escutar um jazz tranquilo e relaxar. Por isso, vai aqui uma versão “delicadíssima” de In a sentimental mood com John Coltrane e Duke Ellington. Aprecie!

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O sétimo selo

“Quando o cordeiro abriu o sétimo selo, houve um silêncio no céu por cerca de meia hora. Eu vi sete anjos diante de Deus, e a eles foram dadas sete trombetas…”

Primeira encontro entre a morte e o cavaleiro

Primeira encontro entre a morte e o cavaleiro. Decidem quem vai ficar com as peças pretas e brancas.

O filme se passa em uma época de transição entre o feudalismo e o capitalismo. Nesse período, a fome se alastrava por entre os campos, juntamente com a peste negra. Com o aumento da população, houve a necessidade de se aumentar a produção alimentícia e, consequentemente, de mão-de-obra. A precariedade das condições de vida naquele tempo era, sem dúvida, extremamente decadente. As guerras também colaboravam para esses sucessivos acontecimentos dentro da sociedade européia. A guerra dos cem anos teve importante papel, já que pela resistência francesa e pelo grande poderio inglês, ela se estendeu por um longo período de tempo, resultando em fracasso econômico, político e social. Além disso, foram datadas vastas mudanças nas sociedades da época. A religião abriu novas questões com a Reforma protestante de Martinho Lutero. A inquisição ,que se fazia centralizada e poderosa diante de uma população cega e sem pensamento crítico, tinha papel de “Deus”, como julgadora e arrebatadora de pecados.

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O preço de uma verdade

Shattered Glass - Divulgação

Shattered Glass - Divulgação

O filme Shattered Glass, intitulado em português como “O preço de uma verdade”, é considerado um dos melhores filmes que trata da ética jornalística.  Lançado em 2003, tem apenas 93 minutos. É um conteúdo rico e imprecíndivel  para estudantes e profissionais da área. Foi dirigido por Billy Ray, também responsável pelo roteiro do atual filme sobre jornalismo State of Play (Intrigas de Estado, 2009).

O longa conta a história verídica de Stephen Glass, um jovem jornalista que conquistou espaço por volta dos anos 90 numa das maiores revistas estado-unidenses , “The new Republic”,  tradicional por contratar novos escritores. Foi lá onde teve sua principal atuação. Não obstante, foi agente de uma das maiores farsas da história do jornalismo. Glass não só forjava fontes, como também inventava o enredo das reportagens, a fim de sustentar suas mentiras.

Dentro da revista, o “falso redator” ganha prestígio pelos artigos geniais. É aclamado pelos colegas de trabalho, ganhando confiança e credibilidade, fato que talvez tenha ajudado a ocultar ainda mais a verdade dos editores.  À medida que o enredo se forma, o clímax toma seu foco com as suspeitas em cima de Glass. A máscara começa a cair quando o editor-chefe da revista é despedido e entra “Chuck Lane” (Peter Skarsgaard) em seu lugar. Tudo continuaria “as escuras” se a revista online Forbes Digital não tivesse feito uma ligação para o editor a cerca das possíveis farsas de Glass na sua reportagem sobre  Hackers. A partir disso, Chuck começa a investigar e a questionar-se sobre a credibilidade do redator.

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Quando Rick Right (Pink Floyd) disse para Clare Torry improvisar no vocal da música Great gig in the sky, não imaginava que poderia sair algo tão inspirador. Ele disse a ela que fizesse o que quisesse, mas que pensasse em coisas melancólicas. Na hora de levar a música ao estúdio, a surpresa: Torry simplesmente mostrou um show de interpretação vocal, se é que assim podemos chamar o que fez com a voz e, sabe lá Deus, com o que sentia.

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Nota: A música Great gig in the sky pertence ao álbum Dark side of the moon.

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Vintage RTF - divulgação

Vintage RTF - divulgação

O pai de Armando Anthony Corea, um trompetista de jazz, o iniciou na vida musical quando ele tinha apenas cinco anos, apresentando-o ao piano. Cresceu sob influências da música clássica e do Jazz. Iniciou sua carreira tocando com Mongo Santamaria, Willie Bobo e Blue Mitchell. De lá para cá, tocou com Sarah Vaughan, Miles Davis, Anthony Braxton, Dave Holland, Herbie Hancock, Gary Burton, entre outros. Em 1971, Chick Corea criou um dos grupos mais populares do estilo fusion, o Return to Forever. O estilo mistura-se a outros de forma que eram introduzidos instrumentos como a guitarra elétrica, baixo acústico, teclado eletrônico ou piano elétrico, por exemplo. As batidas se tornavam mais intensas e os olhares se voltavam mais para o rock, visto a ênfase dada ao “eletrônico”, com mais efeitos sonoros, e ao contexto histórico do momento. O Return to forever tinha uma ideia musical similar a música brasileira e ao latim jazz, no entanto, com as entradas e saídas pertinentes dos membros da banda, algumas dessas características foram diminuindo, dando mais espaço ao rock progressivo. Na sua última formação, com a entrada de Gayle Moran nos vocais, mulher de Corea, foi realizada a última turnê do grupo em Nova York. Depois desses shows, foi gravado o disco Return to Forever live, lançado apenas em 1979.

A música “mostrada” no vídeo é do albúm Return to forever crystal silence, faixa quatro, La fiesta. O cd contém quatro faixas e o preço pode variar de 70 a 150 reais.

Fonte: http://www.clubedejazz.com.br

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