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A Ella

Ella Fitzgerald & Count Basie 12

Uma das vozes mais consagradas do jazz, Ella Fitzgerald é conhecida pelas improvisações e contrastes entre timbres suaves e potentes, além de um carisma convidativo no palco.

Sem estudo musical algum, tentou ser dançarina, ainda jovem, nos concursos estadunidenses da época. Aprendeu na Igreja em que frequentava, os primeiros passos da música e descobriu um talento que barraria as paradas de sucesso. Aos 14 anos apenas, a mãe faleceu e, dessa forma, teve de ganhar a vida cantando e dançando nas ruas a troco de gorjetas. Por sorte, ao se apresentar em um show de calouros aos 16 anos, no Teatro Apollo (Nova York), provou que tinha potencial para a música. Pelo nervosismo, suas pernas não “puderam” mexer e ela preferiu cantar, mostrando que era isso (e não a dança ) que sabia fazer realmente. Embora houvesse muito preconceito por a considerarem “feia”, foi aplaudida e reconhecida como um verdadeiro talento musical.

ella_fitzgerald Chick Webb (bandleader, cantor e músico de jazz), ao vê-la cantar nas ruas, levou-a para fazer um teste. Não a aceitaram pelo mesmo motivo estético, mas no momento em que a jovem começou a cantar, o contrato foi garantido.

Em poucos anos se tornou a dama do Jazz. A voz suave e angelical encantava o público, ao mesmo tempo surpreendido por um timbre forte e cheio de presença.  Costumavam dizer que cantava como um músico. Além de ter um ótimo aparato para “imitar” instrumentos musicais. Ella sabia manejar o desenrolar de uma música e controlar sua potência. Sem contar, é claro, pela afinação impecável.

Sem questionar se ela foi ou não a verdadeira rainha do Jazz, teve, inegavelmente, uma carreira rica e brilhante, ao lado dos principais músicos jazzistas da época. Fez participações com Louis Armstrong, Duke Ellington, Oscar Peterson, Count Basie, Jerome Kern, George Gershwin, Cole Porter, Joe Pass e Tom Jobim.

Sua contribuição para o Jazz foi chegando ao fim com a diabetes, doença que levou a amputação das pernas, enfraquecimento da visão e, mais tarde, a morte. Ella Fitzgerald nasceu no dia 25 de Abril de 1917 e faleceu em 14 de Junho de 1996 deixando a sua música como uma bela lembrança.

Chick Webb (bandleader, cantor e músico de jazz), ao vê-la cantar nas ruas, levou-a para fazer um teste. Não a aceitaram pelo mesmo motivo estético, mas no momento em que a jovem começou a cantar, o contrato foi garantido.

Em poucos anos se tornou a dama do Jazz. A voz suave e angelical encantava o público, ao mesmo tempo surpreendido por um timbre forte e cheio de presença.  Costumavam dizer que cantava como um músico. Além de ter um ótimo aparato para “imitar” instrumentos musicais. Ella sabia manejar o desenrolar de uma música e controlar sua potência. Sem contar, é claro, pela afinação impecável.

Sem questionar se ela foi ou não a verdadeira rainha do Jazz, teve, inegavelmente, uma carreira rica e brilhante, ao lado dos principais músicos jazzistas da época. Fez participações com Louis Armstrong, Duke Ellington, Oscar Peterson, Count Basie,  , Jerome Kern, George Gershwin, Cole Porter, Joe Pass e Tom Jobim.

Sua contribuição para o Jazz foi chegando ao fim com a diabetes, doença que levou a amputação das pernas, enfraquecimento da visão e, mais tarde, a morte. Ella Fitzgerald nasceu no dia 25 de Abril de 1917 e faleceu em 14 de Junho de 1996 deixando a sua música como uma bela lembrança.

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Vintage RTF - divulgação

Vintage RTF - divulgação

O pai de Armando Anthony Corea, um trompetista de jazz, o iniciou na vida musical quando ele tinha apenas cinco anos, apresentando-o ao piano. Cresceu sob influências da música clássica e do Jazz. Iniciou sua carreira tocando com Mongo Santamaria, Willie Bobo e Blue Mitchell. De lá para cá, tocou com Sarah Vaughan, Miles Davis, Anthony Braxton, Dave Holland, Herbie Hancock, Gary Burton, entre outros. Em 1971, Chick Corea criou um dos grupos mais populares do estilo fusion, o Return to Forever. O estilo mistura-se a outros de forma que eram introduzidos instrumentos como a guitarra elétrica, baixo acústico, teclado eletrônico ou piano elétrico, por exemplo. As batidas se tornavam mais intensas e os olhares se voltavam mais para o rock, visto a ênfase dada ao “eletrônico”, com mais efeitos sonoros, e ao contexto histórico do momento. O Return to forever tinha uma ideia musical similar a música brasileira e ao latim jazz, no entanto, com as entradas e saídas pertinentes dos membros da banda, algumas dessas características foram diminuindo, dando mais espaço ao rock progressivo. Na sua última formação, com a entrada de Gayle Moran nos vocais, mulher de Corea, foi realizada a última turnê do grupo em Nova York. Depois desses shows, foi gravado o disco Return to Forever live, lançado apenas em 1979.

A música “mostrada” no vídeo é do albúm Return to forever crystal silence, faixa quatro, La fiesta. O cd contém quatro faixas e o preço pode variar de 70 a 150 reais.

Fonte: http://www.clubedejazz.com.br

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